26.2.12

That moment

I was suffering. I was sad. I was desperate. I was miserable in many ways.

Then you said it. Maybe you didn't even notice, but I did: the beginning of a new you.

I looked into your eyes and I knew the person I love had died somewhere inside there. They looked lifeless, emotionless.

That surely made things easier.

But now, when leaving our cold and empty bedroom, you looked over your shoulder with the eyes of my beloved one.

Why the fuck? I mean-- can you stop doing that? Can you stop making me think I can let you go just to take that away from me again?

Fuck you.

17.2.12

Por quê?

Por que, coração? Por que você não ouve a razão?

Não pense nisso.

O tempo vai passar. As feridas vão sarar. Pelo menos é isso que me dizem, e é nisso que eu quero acreditar - por mais que seja muito difícil.

Se isso for verdade, preciso fazer um pedido: quando seu coração sarar, pare de pensar sobre o que você está pensando agora.

Ao lembrar de mim, evite as lágrimas e as brigas. Evite os olhares magoados ou furiosos. Evite os silêncios que tanto me irritavam.

Quero que você lembre do quanto nos divertimos juntos. Lembre da minha risada, do meu cheiro, dos meus abraços e dos meus beijos. Lembre dos sorrisos que eu fiz brotar do seus lábios, mesmo nas suas horas mais sombrias. Lembre das vezes em que nós nos apoiamos e dos pequenos carinhos de todo dia. Lembre de como fomos felizes - do jeito mais puro e sincero que eu já vi. Lembre de como eu já fui o único motivo para você tentar seguir em frente e se recuperar.

Talvez essa seja a diferença entre a gente: mesmo agora, com as nossas últimas palavras ainda pairando no ar, eu só consigo pensar no quanto você me fez bem.

Espero que você consiga lembrar de mim como eu lembro de você.